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Quem é o dono do seu site? A pergunta que só aparece quando dá problema

Muita empresa descobre tarde demais que o site, o domínio ou o e-mail estão no nome de um ex-funcionário ou de um fornecedor que sumiu. Dá para checar em 15 minutos.

Por Walisson Santos · · 5 minutos de leitura

Enquanto tudo funciona, ninguém pergunta. A conversa só aparece no pior momento: o fornecedor sumiu, o funcionário saiu brigado, o site caiu e ninguém tem a senha, ou a empresa quer trocar de agência e descobre que não leva nada consigo.

São quatro coisas diferentes, e cada uma pode estar no nome de alguém diferente.

1. O domínio

É o endereço do site, o ativo mais importante de todos. Se ele estiver no nome de outra pessoa, ela pode simplesmente levar o seu endereço embora, com o site, o e-mail e anos de reputação no Google junto.

Como conferir: para domínios .com.br, consulte o registro.br pelo seu endereço. Aparece o nome e o CNPJ de quem é o titular. Confira se é a sua empresa. Para domínios .com, a consulta é no painel de onde ele foi comprado.

Se estiver errado: peça a transferência de titularidade. É um processo simples quando a relação está boa, e um pesadelo quando não está. Não deixe para depois.

2. A hospedagem

É onde o site mora. O contrato pode estar no nome da agência, com a sua empresa pagando por dentro. Isso significa que, se a relação acabar, o acesso ao servidor não é seu.

Como conferir: descubra qual empresa hospeda o site e em nome de quem está o contrato. Você deve conseguir entrar no painel com um acesso próprio.

3. O código e o conteúdo

Aqui entra o que foi produzido: o site em si, o layout, os textos e as imagens. O contrato de desenvolvimento deve dizer, com todas as letras, que o resultado é da sua empresa depois do pagamento.

Atenção a um detalhe: se o site foi feito num tema ou numa plataforma paga, existe a licença daquela ferramenta, que costuma ser anual. Saber em nome de quem está essa licença evita o susto de o site parar de receber atualização.

4. Os acessos

Painel do site, hospedagem, domínio, e-mail, ferramentas de análise e redes sociais. O mínimo aceitável é que exista um acesso de administrador em nome da empresa, com um e-mail corporativo que não dependa de nenhuma pessoa física.

Evite o cenário mais comum de todos: tudo cadastrado no e-mail pessoal de um funcionário. Quando essa pessoa sai, a empresa fica sem nada.

O checklist de 15 minutos

  1. O domínio está no CNPJ da empresa? (consulte no registro.br)
  2. Você consegue entrar no painel da hospedagem com um acesso seu?
  3. Existe um usuário administrador do site em nome da empresa?
  4. O e-mail usado nos cadastros é corporativo, e não pessoal?
  5. Você tem cópia de segurança do site em algum lugar que seja seu?
  6. O contrato de desenvolvimento diz que o site é da empresa?

Se você respondeu "não sei" a duas ou mais, vale resolver isso antes que vire urgência.

Como a SitePilot trata isso

Todo site que a gente desenvolve fica no nome do cliente: depois do pagamento, o que foi produzido é dele. E, quando assumimos um site que já existe, a primeira etapa é justamente organizar essa casa: levantar domínio, hospedagem, acessos e licenças, e deixar tudo registrado no nome da organização.

Isso faz parte da análise inicial, que é gratuita. Mesmo que você não contrate nada, sai sabendo o que é seu.

Não sabe em nome de quem está o seu site?

A SitePilot faz esse levantamento na análise inicial, sem custo, e organiza tudo no nome da sua organização.

Pedir análise gratuita→

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