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Site antigo: reformar o que existe ou refazer do zero?

Nem todo site velho precisa ser jogado fora, e nem todo site feio precisa ser refeito. Um checklist para decidir com critério, não por gosto.

Por Walisson Santos · · 5 minutos de leitura

A decisão costuma começar pelo lado errado: alguém acha o site feio. Estética é importante, mas sozinha ela é o pior critério para gastar dinheiro. Vale olhar quatro pontos antes.

Quando reformar resolve

Reformar é o caminho mais barato e mais rápido quando o site:

  • Está numa plataforma atual e que ainda recebe atualizações
  • Funciona bem, mesmo que a aparência esteja datada
  • Tem bom posicionamento no Google e recebe visitas
  • Tem conteúdo que continua fazendo sentido

Nesses casos, dá para trocar o visual, reorganizar as páginas e melhorar a velocidade sem começar do zero, mantendo tudo o que já funciona.

Quando refazer sai mais barato

Refazer costuma compensar quando:

  • A plataforma foi abandonada ou não recebe mais atualização de segurança
  • O site já foi invadido e ninguém sabe ao certo o que ficou dentro dele
  • Cada alteração pequena exige um especialista, porque o código é bagunçado
  • O site não abre bem no celular, que hoje é a maior parte dos acessos
  • Ninguém da empresa consegue atualizar nada sem ajuda externa

Existe um ponto em que remendar custa mais que construir. Quando cada ajuste leva horas e traz risco, reconstruir sai mais barato no primeiro ano.

O checklist para decidir

  1. O site recebe visitas hoje? Alguma página traz contato?
  2. A plataforma ainda recebe atualização de segurança?
  3. Você consegue trocar um texto sozinho?
  4. Ele abre bem e rápido no celular?
  5. O conteúdo atual ainda representa a empresa?
  6. Já houve invasão ou problema grave?

Muitos "sim" nas três primeiras apontam para reforma. Muitos "não", ou um sim na última, apontam para refazer.

O cuidado que ninguém pode esquecer: o Google

Se o site atual já aparece bem nas buscas, refazer sem planejamento joga isso fora. O trabalho técnico que preserva o posicionamento é conhecido e não é caro, mas precisa ser combinado antes:

  • Manter os mesmos endereços das páginas sempre que possível
  • Quando o endereço mudar, criar o redirecionamento do antigo para o novo
  • Levar o conteúdo que rankeia, e não só o visual
  • Avisar o Google da mudança e acompanhar as primeiras semanas

Vale dizer o outro lado: quando o site atual está muito ruim (lento, sem versão para celular, sem conteúdo), o site novo costuma melhorar a posição por si só, mesmo sem nenhum trabalho extra.

Se quiser essa leitura no seu caso, a SitePilot analisa sem custo e diz qual caminho sai melhor, com prazo e valor dos dois.

Na dúvida entre reformar e refazer?

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